Nuno Esteves

Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar

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Dou as boas vindas a Bambu, Consultoria de Bem Estar. O meu trabalho tem como objectivos fundamentais, a disciplina e educação do pensamento. Através do desenvolvimento de técnicas que visam a positividade e valorização pessoal, oriento para a desmistificação e entendimento das emoções. Na direcção da criação de rituais diários de auto motivação e libertação de receios, proponho-me formar e dinamizar a pro-actividade, a confiança e a auto-estima. Proporcionando uma simplificação e relativização de conflitos interiores, pretendo criar a consciência da capacidade inerente do ser humano, de enfrentar e ultrapassar qualquer desafio. Fomentando uma atitude de constante crescimento e aprendizagem, o ser humano torna-se mais apto e consciente do seu importante significado no Mundo. Nuno Esteves (Consultor de Bem Estar)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Click - 2ª parte

Sabem o quê?

Continuando a partilha dos “clicks”…

Continuaremos a ter a possibilidade de recriarmos tudo! São as nossas escolhas que irão significar o modo de como respondemos a um qualquer click. A maneira que escolhemos de reagir perante a constatação da sua existência. A forma física e mental que criamos nas nossas células, significarão os reflexos que lhes propomos dar. Não existem bons e maus clicks, existem apenas a criação de possibilidades, nas quais iremos ser direccionados para a tomada de uma decisão. Neste ponto, sublinho uma palavra SENSATEZ. Ela, implica uma reflexão interna e uma conversa entre o que foram, são e se propõem a ser. Devendo ser um dialogo franco e directo, para que as respostas sejam o mais acertado possível. Porém, o erro está implícito e nada é certo, portanto permitir que flua e ganhe o seu próprio espaço, é um hábito a fomentar.

Existem dois tipos de clicks. Os que podem trazer coisas boas e aqueles que poderão ser maus. Como saber, á partida, distingui-los? Não se sabe… o papel que teremos em mãos será o de arriscar (se assim sentirmos) ou de simplesmente ignora-los. Porém ambos têm uma força imensa, criando a necessidade de o seguir. Esta vontade “celular”, ao não ser respeitada originará o seu “desconforto”. Será ele a fomentar a impaciência e a noção de que estamos mal (onde quer que estejamos).

Apesar de não existirem verdades absolutas, é um facto que existe algo que pode ser um aliado. Conhecermos quem somos de verdade, para lá de todas as máscaras, fará com que consigamos compreender e focar o que somos (físico, mental, emocional e celular) para a resposta e não a fuga.

Todos nos deparamos com os ditos clicks e cada um (á sua maneira) escolhe um determinado caminho. Em conformidade ou fomentando a ruptura com hábitos, mesmo nos “obrigando” a reagir, um dia (igual a qualquer outro) tomaremos a decisão.

A altura da decisão. Aquele momento. O instante. Estamos a falar de um milésimo de segundo, no qual sentimos a certeza do que nos propomos a fazer. Nesse momento, desaparece a dúvida, incerteza e receio. É quando o juízo de valor e pressupostos perdem o seu poder.

Permitam-me sublinhar, que cada situação terá a sua resposta e que esta varia consoante a cada pessoa. Podemos indicar certos padrões, mas o percurso pessoal e as próprias experiências pessoais, irão desempenhar um papel fundamental. A partilha é algo fundamental, a troca de impressões e pontos de vista, são elos de ligação que podemos criar entre todos.

Mesmo sem existirem clicks iguais, é certo que existem pontos de transição que são comuns a muitos. Mais uma vez, convido a sermos SENSATOS, esta partilha deverá ser feita com pessoas que sintam ser uma mais-valia, caso contrário poderão transmitir o ar de “coitadinhas”, “inseguras” e a frase “Tem tudo e mesmo assim está com coisas”.

O seguir do caminho originário de um click é um dos maiores actos de criação que podemos ter. Escrevam-nos e de vez em quando folheiem as folhas, vão ficar pasmados com as coisas que já tiveram vontade de concretizar! É um exercício engraçado, imaginam-se a ler daqui a 10 anos, as ideias que estão a ter neste preciso momento?

Apesar de tudo, existem clicks que existem porque são o elo de ligação para um outro qualquer. Sem sabermos denominar tempos específicos do como e do porquê, de súbito surge a ligação e nesse momento pensamos “Ah! Foi por isto, que pensei aquilo”. O amadurecimento de um click, pode levar 1 segundo ou uma vida. Todos são concretizações de vida, que aparecem quando estamos preparados para os compreender e colocar em acção. A paciência, correcto entendimento e respeito pelo o que são e significam é fundamental para o equilíbrio entre os 4 elementos que vos formam.

Arrisquem se assim sentirem, mas perspicazes no caminho que se propõem a percorrer. Vejam para lá do espelho (que simboliza o próprio reflexo) e confirmem o mundo que existe por detrás dele.

Não era para ter uma terceira parte, porém sinto ser um assunto que ainda tem mais um prisma. Pertinente na minha opinião. Amanhã irei colocar a 3ª parte! ;)

Abraço para todos e grato por estarem aqui.

Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar

Ps- já deram uma vista de olhos no site?
http://bambu-consultoriadebemestar.webnode.pt

Já pensaram de onde aparecem as ideias? Porque razão existe num determinado momento? No motivo de umas vezes termos vontade e noutras sentirmos a necessidade de “olhar para o lado”? Será que têm origem no inconsciente ou no consciente? O que são e porque existem? E a pergunta basilar: Porque mexem tanto com o que pensamos ser? Perguntas para reflectirmos…


3ª PARTE DE CLICKS

A loucura existe na mais segura das sanidades, bastando um click para ganhar forma.

Para a terceira parte da nossa partilha, proponho esta frase. Temos visto o click, pelo seu lado positivo e agora convido a reflectirmos sobre o outro lado. No contexto actual, a maior parte de nós “sobrevive”, vivendo o seu dia-a-dia da melhor maneira possível, de preferência sem grandes alterações. A aparente calmaria e procura (consciente e inconsciente) de a manter ou de evitar que desapareça. Esta situação faz com que o nosso Ser adquira o receio de se ver privado de tudo o que a caracteriza. Relacionamento, família, ciclo social ou profissão, tudo ganha uma perspectiva fechada e demasiado volátil. A ansiedade de sentirmos medo. Mas a maioria de nós, consegue sobreviver.
O dia em que algo muda, por muito pouco que seja, faz com que tudo trema. A base da segurança e necessidade pessoal perde a lógica certeza e criamos um click interno forte e perspicaz.

Onde estão as bases do nosso dia-a-dia? Como foram formadas? Conseguiremos observá-las? E entende-las?

Este tipo de clicks acontecem inesperadamente, mas as suas consequências acompanham-nos durante muito tempo. Na opinião de muitos em demasia, mas se virmos bem, mantêm-se enquanto assim escolhermos. Aceito quando me dizem em Consultoria que existem situações originárias no exterior e pouco podem fazer para modificar. Mas. Mas, mesmo pouco que seja, o inicio da mudança acontece num milésimo segundo. Será que podemos dizer que significa pouco? O tal milésimo segundo ou será o suficiente para decidirmos o que nos propomos a ser?

Podem ser considerados clicks violentos, que aparecem para destabilizar e roubar a nossa paz. Concordo, na maior parte acontece isso mesmo. Ao aparecerem trazem consigo o poder da decisão e da reformulação de tudo ou muita coisa. Orientam o nosso foco para o passado (experiências e pressupostos adquiridos), presente (situação que originou o click) e o futuro (sem certeza, apenas sentindo algo, somos “obrigados” a tomar uma decisão).

Exemplificando clicks internos:
a)      Relacionamento amoroso. Tudo está bem e de súbito (num dia igual a qualquer outro) o sentir de um click deste tipo. O que acontece? O que origina? Como se lida com ele?
b)      Trabalho. Salário bom, boas condições de trabalho, estável e de um instante para o outro, sentem que aquele não é o lugar. Como lidar com a sensação de falta de ar e necessidade de sair?
c)       Social. Durante anos o mesmo grupo de amigos e de pessoas que acompanham o “tempo livre”. De um momento para o outro deixa-se de identificar com eles e sente a necessidade de se afastar. Porquê?
d)      Um determinado estilo de vida e atitude perante ela. Durante anos tudo perfeito. Um dia, num segundo, tudo se altera e parece que nada faz mais sentido.

Exemplificando clicks internos externos:
a)      Relacionamento amoroso. Tudo está aparentemente bem e de um momento para o outro recebemos a informação de que o amor desapareceu.
b)      Trabalho. Tema actual e que nos coloca perante o desafio de continuar a ser. Receber a informação de que iremos para o desemprego e se quiserem mais forte, sem fundo de desemprego.
c)       Social. Um(a) amigo(a), pelo qual sentimos uma confiança inabalável, tem uma atitude que entra em choque com o que sentimos ser.
d)      Situações tão simples, como escutar um conselho para outra pessoa e sentir de imediato que é para nós.
Apenas alguns exemplos, que sinto serem uma mais-valia para o que temos vindo a partilhar. Como se pode comprovar, os clicks podem acontecer de muitas maneiras e em contextos diferentes para cada pessoa.

Entre a EUFORIA E DESÂNIMO, o click existe para fomentar a libertação e compreensão de algo. A sensação que nasce em nós é fortíssima e tanto pode ser positiva como o contrário. Reflectir e focar a reacção no correcto entendimento, são duas possibilidades que poderemos utilizar a nosso proveito. Adquirimos agilidade mental, para compreender as emoções que advêm do seu aparecimento e claro, preparar os 4 elementos do nosso corpo para a sua chegada. Apesar de tudo a origem acontece no nosso íntimo, numa base celular, fazendo com que a reacção percorra o físico, mental e emocional a uma velocidade “louca”.  

Uma coisa está garantida. Uma certeza existirá sempre. Eles irão existir sempre.

Eles fazem parte do que somos e no modo de como nos propusermos a viver, estarão a nosso lado. Eles são a “pedrinha” que por uma razão ou outra nos vai impulsionar para o movimento. Positivo ou negativo tudo irá depender de como nos propusermos a senti-los. Sublinho mais uma vez que conhecer quem somos, tornarmo-nos no nosso melhor amigo e confidente, assimilarmos que somos Seres Humanos (portanto falíveis), será caminharmos para o bem-estar e equilíbrio.

Ao longo de três textos, caminhamos na descoberta de possibilidade paralela.

Através da nossa partilha, “desbravamos” a criação de novas possibilidades e chegamos á conclusão de que tudo acontece. Seja porque motivo for, somos nós a decidir o modo de lidar com cada um e através de um auto-conhecimento temos a possibilidade de lidar com cada um. Independentemente da sua origem ou medo que nos coloque, reconhecemos o nosso papel na sua resolução e assumimos que nos propomos a dar o nosso melhor. Sem sabermos se será o mais adequado e se confirmarmos que o caminho não é o mais correcto, somos humildes e tolerantes com o que somos e significamos. Reconhecemos e escolhemos preparar o físico, mental, emocional e celular para a sua chegada, focando a reacção na procura do nosso bem-estar e equilíbrio interno. Da mesma forma que nos propomos a ser, iremos fomentar em quem nos rodeia a simplicidade de ver o mundo através da curiosidade de uma criança.

Para concluir, sinto que todos nascemos para ser felizes. Por vezes, para atingirmos a sua plenitude e darmos-lhe o devido valor e importância, somos direccionados para o oposto. Caminharemos nesse prisma, enquanto assim escolhermos.

Sejam bravos e perspicazes convosco. Sejam audazes e alegres. Vivam com ou sem clicks, mas vivam em harmonia com o que sentem ser.

Ao sentirem necessidade de se libertar, respirem fundo e voem! O céu é o limite e mesmo aí, descobrimos as estrelas…


Adorei escrever e estar nesta partilha. Abraço para todos os que estiveram presentes!

Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar

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