Nuno Esteves

Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar

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Dou as boas vindas a Bambu, Consultoria de Bem Estar. O meu trabalho tem como objectivos fundamentais, a disciplina e educação do pensamento. Através do desenvolvimento de técnicas que visam a positividade e valorização pessoal, oriento para a desmistificação e entendimento das emoções. Na direcção da criação de rituais diários de auto motivação e libertação de receios, proponho-me formar e dinamizar a pro-actividade, a confiança e a auto-estima. Proporcionando uma simplificação e relativização de conflitos interiores, pretendo criar a consciência da capacidade inerente do ser humano, de enfrentar e ultrapassar qualquer desafio. Fomentando uma atitude de constante crescimento e aprendizagem, o ser humano torna-se mais apto e consciente do seu importante significado no Mundo. Nuno Esteves (Consultor de Bem Estar)

terça-feira, 19 de julho de 2011

Como é que consegues?

Como é que consegues?

Bem-vindos a mais esta partilha. Hoje, o que será escrito, poderá ser visto como um “abrir de alma”. Muitos me questionam como é que consigo manter o sorriso e a atitude positiva. Para desmistificar e fomentar a reflexão, proponho-me partilhar o que sou e o modo de como encaro a vida.




Começo por escrever que me assumo como humano, um ser emocional, que sente a vida como uma aprendizagem constante. Nesta caminhada, serei colocado em confronto com o que me bloqueia e serão esses momentos, que me permitirão confirmar todo o meu talento, valor, potencial e esplendor.
Sinto a vida, como parte de um caminho pessoal e em cada redescoberta, verbalizo “estou grato”. Mais que agradecer algo, celebro o facto de estar a escrever mais uma palavra no meu livro de vida.


Ser Humano – Ser Emocional – Ser Social


Como já partilhei anteriormente, cresci com fobia social e apesar de hoje, estar mais á vontade com esta realidade, ainda sinto a sua existência dentro de mim. Somos seres sociais e como qualquer um, sinto a necessidade da aceitação e compreensão de quem me rodeia.

Como mantenho o sorriso? Esta é a questão. Bem, posso-vos dizer que é uma luta que travo entre o medo e a coragem. Diariamente, sou colocado á prova e sinto-me a enfrentar os medos, receios e bloqueios, que me enrolam e prendem a capacidade de criar, de sonhar e de realizar. Num dilema interno, sou colocado perante a obrigatoriedade de escolher entre o que sinto ser e tudo o que existe para comprovar isso mesmo.
Ao longo de 32 anos, aprendi a aceitar-me como ser imperfeito, que se propõe a ser. Mesmo assim e por muito que faça, irão existir alturas que não será suficiente. Aos meus olhos e na opinião de quem me rodeia, irão existir alturas que não iremos conseguir quem queremos e querem que sejamos. Esta verdade, ao ser assimilada e compreendida, permite que a nossa mente se molde ao acontecimento. Esta consciencialização, permite que a vivência se torne mais serena e equilibrada.

Se virmos bem, o que necessitamos é de equilíbrio e de satisfação. Pelo crescimento que recebemos, somos induzidos a pensar que apenas existe no exterior. Vivemos e procuramos a felicidade no exterior, esquecendo que ela existe desde sempre no nosso interior. O momento mágico, em que nos apercebemos do nosso talento, valor, potencial e esplendor, é um dos marcos que teremos a nossa vida. O instante, em que nos apercebemos que estamos aqui para ser felizes e para crescer, aprendendo com os “erros” e celebrando o facto de respirarmos. Somos todos irmãos e juntos, crescemos para algo que ninguém sabe, mas que seguramente será lindo e grandioso.

Observo o que me rodeia. Com intensidade e escolho valorizar o ser mais pequeno ao acontecimento que me inunda de emoção. Desde uma formiga, até ao sorriso de alguém, escolho parar e partilhar a minha vida com o instante. Nunca mais irá voltar e serei eu, a propor-me sentir a sua existência. Claro que posso virar a cara e continuar o meu ritmo diário, envolto em todas as situações que tenho para resolver. Sempre será uma escolha minha e como tal, serei eu a origem e a responsabilidade de tudo o que acontece na minha vida e em última instancia, na vida de quem me acompanha: todos vós.

Tornei-me observador. Alguém que se propõe a escutar, sentir e a libertar a essência interior. Alguém que acredita e que se mantém fiel a tudo o que nos une: amor incondicional. Alguém que chora e ri, sempre numa perspectiva de celebração da vida.

Tornei-me. Alguém que se considera humano, um ser emocional e social. Que estende a mão e partilha o sorriso, enviando para todos a certeza de que é possível ser e estar.

Sou alguém que irá errar, falhar, provar o insucesso. Serei motivo de raiva, inveja e desentendimento. Serei alguém, que por muito que faça, não irá conseguir atingir o que é pressuposto.


Quem sou eu? Sou igual a ti. Alguém que se deita, na perspectiva de se ir levantar e no durante, dar o melhor que sei e consigo. Irei conseguir sempre? Não é essa a minha missão. O que me trouxe aqui, foram várias coisas. Já vivi algumas enquanto outras nem imagino o que sejam. Qual o meu papel? Viver a vida no agora, escolhendo aprender com o passado e abreviar o impacto da expectativa futura. Em mim e em quem me rodeia, assumo a missão de ser um ponto de descanso e aceito a responsabilidade de motivar e incentivar cada um, para que sinta o que é de verdade. Somos seres lindos, mágicos. Cheios de potencialidade, valor e talento

Como é que consigo? Proponho-me a conseguir, respeito quem sou e quem me rodeia. Luto para lidar com todos os medos, receios e bloqueios que existem em mim. Acredito no meu valor e proponho-me a encarar todo e qualquer desafio com semelhante atitude.

Proponho-me a ser tolerante, humilde e corajoso. A mudar e transformar o que me bloqueia, mas mantendo a essência que existe mim. Pretendo evoluir e crescer, sem perder as origens que tenho em mim.


Como disse anteriormente, é uma luta que travo entre o medo e a coragem. Diariamente, sou colocado á prova e sinto-me a enfrentar os medos, receios e bloqueios, que me enrolam e prendem a capacidade de criar, de sonhar e de realizar. Num dilema interno, sou colocado perante a obrigatoriedade de escolher entre o que sinto ser e tudo o que existe para comprovar isso mesmo. Se consegui? Estou a escrever e sinto que sim, por agora…


Até breve.

É um privilégio escrever para a nossa leitura.

Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar

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