Com o objectivo de proporcionar a todos o usufruto e beneficios do Programa de Apuramento e Desenvolvimento Pessoal, apresentamos durante os meses de Agosto e Setembro, o valor de contribuição para 5 sessões de 1h30, de 50€.
Apurar capacidades, preparar as reacções que iremos sentir e salvaguardar o nosso bem-estar, são três pilares que irão permitir a valorização e libertação do nosso valor, talento e potencial. Somos "animais de hábitos". Reestruturar, reformular e quebrar bloqueios, crenças e hábitos destrutivos, trarão como consequência, o bem-estar e harmonia para o que sentimos ser a vida.
A aprendizagem de novas possibilidades, o apoio real e humano e a desconstrução de focos de sofrimento, ao serem "estudados" e posteriormente, colocados em perspectiva e consequente resposta positiva, traão como reflexo no nosso dia-a-dia, uma maior capacidade de auto-controlo. Mental e emocionalmente, ao adquirirmos e aceitarmos a consciencia de que somos quem decide, estaremos a fomentar a libertação da nossa inspiração, criatividade e coragem.
Esta preparação, aprendizagem interna, poderá ser vista como um renascer, visto estarmos a fomentar o redescobrir e reestruturação do que somos e nos propomos a realizar. Alerto que será um desafio, provavelmente um dos maiores que poderemos vivenciar, pelo simples facto de que iremos observar, sentir, cheirar e escutar (talvez pela primeira vez) tanto o que somos como o que nos rodeia. Alerto, mais uma vez, para o reflexo que este "abrir de olhos" poderá trazer a tudo o que assumimos ser a nossa vida. Mais conscientes e conhecedores de pontos de equilibrio e desiquilibrio, estaremos mais confiantes e com uma maior auto-estima, ou seja, ficaremos mais seguros, conscientes e capacitados do que nos satisfaze e insatisfaz.
Com esta maior capacidade de salvaguardar o bem-estar, deverá ser fomentado a criação de bases que reflictam a sensatez e serenidade, como resposta padrão a situações e acontecimentos. Humildade, flexibilidade e tolerência, são alguns pontos que deverão ser assimilados, para evitar que se caia na rasteira de ficarmos em pedestrais e assumirmos que temos o direito de dizer tudo a quem quer que seja. Relembro que somos, a mensagem que enviamos para quem nos rodeia.
"Nascemos para sermos felizes", este é o lema de Bambu, Consultoria de Bem Estar e com ele, o que propomos é que se sinta feliz. Aceita?
Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar
Acerca de mim
- Consultoria de Bem Estar
- Dou as boas vindas a Bambu, Consultoria de Bem Estar. O meu trabalho tem como objectivos fundamentais, a disciplina e educação do pensamento. Através do desenvolvimento de técnicas que visam a positividade e valorização pessoal, oriento para a desmistificação e entendimento das emoções. Na direcção da criação de rituais diários de auto motivação e libertação de receios, proponho-me formar e dinamizar a pro-actividade, a confiança e a auto-estima. Proporcionando uma simplificação e relativização de conflitos interiores, pretendo criar a consciência da capacidade inerente do ser humano, de enfrentar e ultrapassar qualquer desafio. Fomentando uma atitude de constante crescimento e aprendizagem, o ser humano torna-se mais apto e consciente do seu importante significado no Mundo. Nuno Esteves (Consultor de Bem Estar)
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Como é que consegues?
Como é que consegues?
Bem-vindos a mais esta partilha. Hoje, o que será escrito, poderá ser visto como um “abrir de alma”. Muitos me questionam como é que consigo manter o sorriso e a atitude positiva. Para desmistificar e fomentar a reflexão, proponho-me partilhar o que sou e o modo de como encaro a vida.
Começo por escrever que me assumo como humano, um ser emocional, que sente a vida como uma aprendizagem constante. Nesta caminhada, serei colocado em confronto com o que me bloqueia e serão esses momentos, que me permitirão confirmar todo o meu talento, valor, potencial e esplendor.
Sinto a vida, como parte de um caminho pessoal e em cada redescoberta, verbalizo “estou grato”. Mais que agradecer algo, celebro o facto de estar a escrever mais uma palavra no meu livro de vida.
Ser Humano – Ser Emocional – Ser Social
Como já partilhei anteriormente, cresci com fobia social e apesar de hoje, estar mais á vontade com esta realidade, ainda sinto a sua existência dentro de mim. Somos seres sociais e como qualquer um, sinto a necessidade da aceitação e compreensão de quem me rodeia.
Como mantenho o sorriso? Esta é a questão. Bem, posso-vos dizer que é uma luta que travo entre o medo e a coragem. Diariamente, sou colocado á prova e sinto-me a enfrentar os medos, receios e bloqueios, que me enrolam e prendem a capacidade de criar, de sonhar e de realizar. Num dilema interno, sou colocado perante a obrigatoriedade de escolher entre o que sinto ser e tudo o que existe para comprovar isso mesmo.
Ao longo de 32 anos, aprendi a aceitar-me como ser imperfeito, que se propõe a ser. Mesmo assim e por muito que faça, irão existir alturas que não será suficiente. Aos meus olhos e na opinião de quem me rodeia, irão existir alturas que não iremos conseguir quem queremos e querem que sejamos. Esta verdade, ao ser assimilada e compreendida, permite que a nossa mente se molde ao acontecimento. Esta consciencialização, permite que a vivência se torne mais serena e equilibrada.
Se virmos bem, o que necessitamos é de equilíbrio e de satisfação. Pelo crescimento que recebemos, somos induzidos a pensar que apenas existe no exterior. Vivemos e procuramos a felicidade no exterior, esquecendo que ela existe desde sempre no nosso interior. O momento mágico, em que nos apercebemos do nosso talento, valor, potencial e esplendor, é um dos marcos que teremos a nossa vida. O instante, em que nos apercebemos que estamos aqui para ser felizes e para crescer, aprendendo com os “erros” e celebrando o facto de respirarmos. Somos todos irmãos e juntos, crescemos para algo que ninguém sabe, mas que seguramente será lindo e grandioso.
Observo o que me rodeia. Com intensidade e escolho valorizar o ser mais pequeno ao acontecimento que me inunda de emoção. Desde uma formiga, até ao sorriso de alguém, escolho parar e partilhar a minha vida com o instante. Nunca mais irá voltar e serei eu, a propor-me sentir a sua existência. Claro que posso virar a cara e continuar o meu ritmo diário, envolto em todas as situações que tenho para resolver. Sempre será uma escolha minha e como tal, serei eu a origem e a responsabilidade de tudo o que acontece na minha vida e em última instancia, na vida de quem me acompanha: todos vós.
Tornei-me observador. Alguém que se propõe a escutar, sentir e a libertar a essência interior. Alguém que acredita e que se mantém fiel a tudo o que nos une: amor incondicional. Alguém que chora e ri, sempre numa perspectiva de celebração da vida.
Tornei-me. Alguém que se considera humano, um ser emocional e social. Que estende a mão e partilha o sorriso, enviando para todos a certeza de que é possível ser e estar.
Sou alguém que irá errar, falhar, provar o insucesso. Serei motivo de raiva, inveja e desentendimento. Serei alguém, que por muito que faça, não irá conseguir atingir o que é pressuposto.
Quem sou eu? Sou igual a ti. Alguém que se deita, na perspectiva de se ir levantar e no durante, dar o melhor que sei e consigo. Irei conseguir sempre? Não é essa a minha missão. O que me trouxe aqui, foram várias coisas. Já vivi algumas enquanto outras nem imagino o que sejam. Qual o meu papel? Viver a vida no agora, escolhendo aprender com o passado e abreviar o impacto da expectativa futura. Em mim e em quem me rodeia, assumo a missão de ser um ponto de descanso e aceito a responsabilidade de motivar e incentivar cada um, para que sinta o que é de verdade. Somos seres lindos, mágicos. Cheios de potencialidade, valor e talento
Como é que consigo? Proponho-me a conseguir, respeito quem sou e quem me rodeia. Luto para lidar com todos os medos, receios e bloqueios que existem em mim. Acredito no meu valor e proponho-me a encarar todo e qualquer desafio com semelhante atitude.
Proponho-me a ser tolerante, humilde e corajoso. A mudar e transformar o que me bloqueia, mas mantendo a essência que existe mim. Pretendo evoluir e crescer, sem perder as origens que tenho em mim.
Como disse anteriormente, é uma luta que travo entre o medo e a coragem. Diariamente, sou colocado á prova e sinto-me a enfrentar os medos, receios e bloqueios, que me enrolam e prendem a capacidade de criar, de sonhar e de realizar. Num dilema interno, sou colocado perante a obrigatoriedade de escolher entre o que sinto ser e tudo o que existe para comprovar isso mesmo. Se consegui? Estou a escrever e sinto que sim, por agora…
Até breve.
É um privilégio escrever para a nossa leitura.
Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar
htpp://bambu-consultoriadebemestar.webnode.pt
Etiquetas:
Desenvolvimento e Bem Estar
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Viver vs sobreviver
Desconstruir a situação.
Amor-próprio, Auto-estima e Confiança - Triângulo Basilar.
Boa tarde a todos e bem vindos a mais esta partilha :) partillho o esquema que me orienta para a partilha e criação :)
domingo, 3 de julho de 2011
Fluxos na discussão.
Considera ser quem fomenta a discussão ou quem tem de lidar com a sua existência?
Fluxos na discussão
Por Nuno Esteves
Discutir. O acto de nos vermos envolvidos numa troca de palavras e atitudes que nos desequilibram e fazem sentir incomodados.
Partilho com o objectivo de proporcionar uma visão diferente da discussão. Sejamos activos ou passivos, o que é certo é que pode ser vista de uma forma produtiva. A partir de que se mantenha a consciência de que nos estamos a propor a compreender alguma situação e não “colocar lenha na fogueira”.
Por si, uma discussão mal gerida, fará com que a estabilidade desapareça e o dia se transforme em algo estranho e doloroso. Começará o sofrimento e o tormento pessoal. Porém, existe um caminho paralelo, acessível a todos e que transforma o elo negativo em positivo.
1. A incapacidade de compreender, aceitar, tolerar e respeitar, uma opinião divergente ou chamada de atenção.
2. A valorização da opinião exterior e incapacidade de lidar com a acrítica construtiva.
3. A falta de amor-próprio, de confiança, de auto-estima, juntamente com a incapacidade de lidar com as emoções orientadas pelo ego.
Três pontos que coloco á reflexão e convido a confirmarem se revêem em algum. Este será o primeiro passo, para prepararmos o ser para o momento inicial da discussão. Através desta consciencialização, estaremos a fomentar no nosso interior, a reacção positiva e a possibilidade de bloquear um foco de sofrimento.
A maioria das discussões acontece por existir, uma clara e concreta, incapacidade de tolerar as próprias emoções. A partir do momento em que nos colocamos “abertos” á discussão, criamos um fluxo de energia que começa no peito (essência). Ao não ser bloqueado, irá alastrar-se pelo corpo, criando um “furacão” de pensamentos destrutivos (bloqueadores da razão) na mente. Será este estado mental, que irá originar as palavras e atitudes que irão acontecer posteriormente.
O papel do auto-conhecimento e treino emocional
Através do treino e auto-conhecimento, poderemos ter um maior auto-controlo. Esta consciência dos limites internos e quais os “temas” que poderão quebrar a capacidade de discernimento, fará com que a probabilidade de manter a calma e sensatez aumente. Mesmo assim, recordo que somos seres emocionais, voláteis perante diferentes situações e dependentes das nossas próprias fragilidades. A existência de uma acontecer uma discussão, é real e expectável.
Abreviar a sua existência negativa, fomentando e criando quebras emocionais. Manter a consciência de que somos nós a origem e consequência, da nossa instabilidade, proporcionará uma maior probabilidade de mantermos o equilíbrio e bem-estar, assim como a consciência “limpa” e sem arrependimentos.
Só quem entende a beleza do perdão pode julgar seus semelhantes. ( Sócrates )
A origem da discussão será sempre interna e reflecte (seja pessoal ou externamente) um estado de desequilíbrio interno e sofrimento generalizado. Com diferentes origens e dependendo de pessoa para pessoa, o seu resultado poderá ser visto através de um foco positivo ou negativo. A capacidade de gerir as emoções que nascem e a orientação pessoal através dela, cria a possibilidade real de ultrapassarmos mais este desafio pessoal.
Qual o medo que leva uma pessoa a atacar outra?
Esta pergunta, é mais uma “quebra emocional” que partilho. Ao a verbalizarmos e focarmos a nossa mente, estaremos a quebrar o fluxo energético destrutivo. Através dela, fomentaremos a capacidade de tolerância e valorização pessoal, essenciais para que mantenhamos a serenidade durante a criação do “furacão” de pensamentos destrutivos. Este hábito e disciplina interna, permitirá observar e sentir através de uma perspectiva mais positiva. Como resultado final, estaremos a criar um foco estabilizador.
Fluxo negativo
A discussão começa. Confirma-se a incapacidade de quebrarmos o fluxo negativo. O inicio de um caminho que levará ao sofrimento e tormento interior.
A incapacidade de manter o discernimento e a perca de consciência do ser, originará a perca de capacidade de escutar, observar, dialogar e sentir. Sem estas 4 capacidades, o ser torna-se rígido e irá assimilar tudo como se fosse um ataque de “morte”, perante o qual obrigatoriamente, devemos entrar em defesa pessoal. O sentido de sobrevivência, de honra e de falta de respeito, ganham a prioridade máxima.
Perdem-se os limites e quebram-se os filtros. Sendo que o único objectivo, é o de “ganhar” os meios de o atingir, transformam-se em maquiavélicos. Magoar, quebrar o outro, derrotar, destruir as pretensões ou simplesmente retirar toda a força interior. Estes são alguns dos meios utilizados durante a discussão, quando se perde a noção do que somos e significamos.
A incompreensão e rigidez de pensamento, a certeza de que é o único a ter razão e motivos para estar “chocado” e a sentir-se desrespeitado, faz com que se crie a noção de estarmos em modo de “sobrevivência”.
A perda de respeito pessoal e pelo outro, faz com que se quebre a relação de confiança existente entre duas pessoas. A incapacidade de travar o fluxo negativo criado, origina a verbalização e as atitudes agressivas, que por si, fomentam o aumento do tom de voz e motivação para ferir uma outra pessoa.
Fluxo positivo
De uma forma positiva, a discussão trará um maior conhecimento exterior e confirmação do que existe no interior. Após o inicio da discussão, ao propormos e procurarmos a quebra emocional, estaremos a fomentar a escuta, observação, dialogo, o que por sua vez origina um maior sentir. Estaremos a bloquear o ego e a fomentar tolerância, humildade, amor-próprio e conceito de limites positivos.
Ao escolhermos este caminho de resolução, estaremos a confirmar de que estamos num diálogo e não a atacar ou defender a honra de algo ou alguém. Estamos a partilhar opiniões e emoções, traçando um caminho para o meio-termo.
Estaremos a criar uma maior capacidade de discernimento e compreensão, para o que leva alguém a ser agressivo, inconveniente, bruto ou mesmo maquiavélico.
Inicialmente, esta noção faz com que se oriente a discussão para um ponto transitório, de uma forma estruturada. Racionalmente, “comandamos” a nossa consciência a executar a ordem.
Quanto mais treinarmos (confirma-se mais uma vez a importância do treino e preparação para lidarmos com as emoções), passamos a “executar” esta ordem de uma forma inconsciente, cientes de que o melhor para a nossa felicidade e bem-estar interno, será o de evitar discussões destrutivas.
Mais conscientes do que origina e cientes das consequências nefastas de nos colocarmos numa discussão, ganharemos uma maior capacidade de compreensão. Mais que entrarmos na discussão de armas e armadura, entraremos preparados para manter a calma e serenidade perante o que será sempre sensível.
Meio-termo
Este deverá ser o pensamento e objectivo principal, assim que sentimos o começo de uma discussão. Mais que termos ou não razão, criar o cenário ideal que permita a manutenção do equilíbrio global e o bem-estar individual. Atingir esta meta é um objectivo específico e cheio de dúvidas, porque durante a discussão (na maior parte das vezes) são verbalizadas palavras que magoam e são escolhidas atitudes que ferem e fazem sofrer.
Manter a consciência de a razão é dúbia e por vezes, no durante perde-se a razão por se perder a calma e serenidade. “Já não me lembro porque comecei a discussão” esta frase coloco para reflexão de todos.
Proponham-se ao meio termo e confirmem o que acontece. Esta é mais uma das formas que temos ao nosso dispor de quebrar o fluxo negativo. Irá ser um desafio, principalmente, para quem sente o ego a moldar o seu dia-a-dia.
Arrastados para a discussão
Ao colocarmos o nosso ser ou ao sermos “arrastados” para uma discussão, temos dois caminhos possíveis: entrar ou bloquear a sua existência. Estas são as duas principais perspectivas, porém existe mais uma. Mais sensível e particular: quando não conseguimos sair do seu raio de acção e somos “obrigados” a tomar uma determinada reacção mais drástica.
Existem pessoas que sentem prazer em discutir, um hábito adquirido ao longo da vida e confirmado através de situações em padrão. Da mesma forma, que existem pessoas que se habituaram a viver em discussão, a serem os alvos (sacos de boxe) e o meio de descompressão emocional. Para ambos, a mudança e a reformulação de como lidam e se propõem á discussão, é um desafio pessoal mas atingível. Serão momentos de luta interna, sendo expectáveis momentos de descontrolo. Tolerar as nossas inseguranças e fragilidades, compreender o porquê de existirem e relativizar o impacto exterior, são formas que temos ao nosso dispor para manter o foco no objectivo final: felicidade e equilíbrio interior.
Somos animais que usam rituais e comparações, para motivarmos a nossa existência. A discussão, pela energia que cria, torna-se um meio fácil de descompressão pessoal.
Existindo duas perspectivas: quem cria e quem tem de lidar com a sua existência.
O primeiro sentirá uma aparente força de controlo sobre alguém, sentindo o fortalecimento do seu poder e consequente anulação de alguém. Este aparente ar de superioridade e a confirmação de que alguém se inferioriza “á nossa frente”, cria uma ilusão de força, construindo a base para a criação de hábitos destrutivos. Para quem tem de lidar com a discussão e ao criar-se o hábito de anulação pessoal, criam-se as bases para que a auto-estima, confiança, amor-próprio e valorização pessoal desapareçam. Pessoas que se anulam e aceitam a discussão como parte de si, muitas vezes admitindo que são a origem do seu aparecimento.
Recordo mais uma vez, que somos humanos e seres emocionais. Moldamos a atitude e modo de reagir, mediante o que estamos a sentir. As expectativas e arrependimentos, comparados através do juízo de valor e pressupostos adquiridos ao longo da vida, reflectem a capacidade de manter o equilíbrio interno.
Violência física
A discussão por vezes atinge parâmetros gravíssimos. A incapacidade de lidar com o que está em debate, a raiva de sentir que não tem controlo, faz com que se assuma o direito de “forçar” o fecho da situação. A violência, demonstra o começo de um caminho que poderá significar a sofrimento e tormento. Ao ser comum, recorrer á violência, as marcas perdurarão para o resto da vida, podendo mesmo chegar ao limite da tolerância. O passo seguinte será a defesa, através do contexto de sobrevivência, fazendo com que os limites (já quebrados) percam toda a sua lógica.
O continuar da sua vivência e consequente mal-estar físico, mental e emocional, irá originar uma resposta ainda mais violenta e agressiva. Por vezes, o estado anímico é de tal forma anulado, que o momento da transformação altera-se rapidamente, podendo originar uma reacção catastrófica: morte.
O papel da expectativa
As expectativas desempenham um papel na criação da discussão, pois são elas que desencadeiam o processo interno (emocional) que levará á instabilidade e intolerância. Inconscientemente criamos expectativas internas e externas, reflectidas em tudo o que nos propomos.
No relacionamento torna-se ainda mais evidente e ao longo do amadurecimento, mais serão confirmadas e confirmadas como ilusão. Ao propormo-nos a estar a viver a dois, todo o nosso passado e expectativas futuras, se unem e criam a noção de uma entidade. Será ela a ser colocada á prova e a confirmar o não, o que se quer e o que se não aprova.
Enquanto casal, a incapacidade de verbalizar “não” e o desconhecimento de criar limites; a insegurança e medos de sentirem a repetição do passado; a rigidez de pensamento e consequente intolerância para com opiniões divergentes; a criação de rituais de sofrimento e tormento pessoal; a desvalorização e comparações depreciativas; a atitude agressiva e focada no quebrar do outro. Alguns exemplos, reais e concretos, existentes em muitos relacionamentos actuais.
A discussão nasce da infelicidade pessoal. A sensação de existir a obrigatoriedade de estar e ser.
Não respeitarmos o que nos diz a essência e manter um rumo, por necessidades económicas, familiares ou sociais, faz com que o grau de tolerância e a capacidade de aguentarmos, gradualmente desapareça. Quanto menos tivermos, mais a discussão irá sentir a força de nascer.
Caminho paralelo
O auto-conhecimento e treino das emoções, confirma-se como essencial para abreviarmos as consequências nefastas da sua vivência. Recordarmos, assim que sentimos o “formigueiro”, de que todos somos imperfeitos e que nunca conseguiremos ser o que esperam de nós, assim como ninguém irá conseguir ser sempre o que queremos que seja, fará com que o nosso pensamento mantenha uma maior racionalidade. Ganhar a consciência de que a discussão existe para dialogar e não para atacar ou defender uma opinião.
Recordem-se que não estão num lado ou do outro da “barricada”, continuam a ser quem são, independentemente do que possam escutar ao longo da discussão.
Recordem que a discussão existe, quando duas pessoas escolhem usar o seu tempo de vida, para defender um ponto de vista. Tudo é uma forma de ver e estar numa situação concreta ou não. Podemos subir ao pedestal ou escolher manter a humildade e tolerância pessoal. Escolhermos relativizar e racionalizar através da pergunta, a situação originária pela discussão: “Qual o medo que leva uma pessoa a atacar outra?”
Termino focando numa situação originária pela discussão. Para quem vive situações de agressões físicas ou ataques constantes psicológicos, ganhar a consciência da necessidade de procurar ajuda externa é fundamental. Podem querer acreditar que um dia tudo muda, mas caso não se proponham a essa mudança, apenas irão estar a adiar o inevitável.
Propormo-nos á felicidade, será o primeiro passo que temos que dar, para a alcançar.
Na próxima vez que sentirem o formigueiro da discussão, bloqueiem e não se proponham á sua vivência.
Nascemos para ser felizes e uma discussão, com uma consequência destrutiva, fará com que se perca anos de vida saudáveis e equilibrados. Somos a origem de tudo e seremos nós, a tomar a decisão: propomo-nos, de verdade, á felicidade?
Até breve.
É um privilégio escrever para a nossa leitura.
Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
Perda de um filho
Por Nuno Esteves
Um dos factos mais injustos que os Pais poderão sentir.
O fluxo normal e expectável, será o de acompanhar o crescimento e celebrar os feitos ao longo da vida. Ao focarmos no terminus deste caminho partilhado, iremos ver o filho a despedir-se dos Pais e a continuar a sua vida, sempre com os Pais no seu coração. Nada termina.
Este fluxo é o considerado normal por todos e será nele, que as expectativas serão criadas. O filho nasce para ser acompanhado, para ganhar estrutura que permita sobreviver sozinho e continuar a sua evolução.
Porém, o que coloco á reflexão é um assunto delicado e muito sensível. Nesta partilha, iremos focar o oposto. O momento que nenhum Pai quer viver. O medo, que não e falado, mas está presente no coração de todos os Pais. O dia em que acontece a despedida física e se tem que continuar a viver.
Antes de começar a escrever, envio um abraço para todos os que passam esta vivência.
O dia, o segundo, em que acompanham a partida do filho e sentem, pela primeira vez, a confirmação do vazio e solidão do afastamento físico. O instante em que todos os planos e expectativas se desmoronam e o maior receio confirma-se nas suas vidas.
Vivenciado pelos Pais, família e amigos, trará como consequência a tristeza, saudades, incompreensão e a não-aceitação. O luto, vivenciado por muitos, será sentido individualmente. Cada um, irá sofrer a dor á sua maneira e reencontrar o motivo que os leva a querer levantar-se no dia seguinte. Sabendo que no dia a seguir, fisicamente, o filho não vai estar junto.
Neste momento, convido a uma reflexão.
Fiquemos em silêncio, de olhos fechados. Relembrem todos os momentos e todas as vivências que para sempre vos irão acompanhar.
Respirem fundo e libertem a tensão acumulada dentro de vós. Contem de 20 até 0, verbalizem a cada respiração uma recordação e partilhem um sorriso. Convido á celebração da vida, através do mundo que existe em cada um dos nossos corações. De 20 até 0, devagar, a respirar fundo entre números.
Este exercício pode e deve ser feito por ambos os Pais. Sentados, frente a frente e com as mãos dadas. Ao contarem de 20 até 0, convido-vos a focaram a união das vossas mãos. A verbalizarem e manterem o foco na união das vossas mãos. Há medida que se aproximam do 0, relaxem e mantenham a respiração ritmada. Ao chegarem ao 0, confirmem e partilhem um sorriso. Na união que focaram, irão ver o sorriso do vosso filho.
Poderá ser visto simplesmente como uma despedida, uma ruptura total e afastamento. É real e concreta a dor do afastamento físico. Acontece uma alteração de estado entre o fluxo Pais/Filhos e a ao ser assimilada a certeza de que não mais vai ser possível abraçar, sentir, beijar, dar carinho físico ou simplesmente olhar com os sentidos. Será este afastamento físico e um dos pontos mais sensíveis será quando se vir outros Pais com os seus filhos, alegres e a sorrir.
Convido-vos a olharem por um prisma diferente. Cada um de nós existe em dois planos: mental/essência e físico. São 2 realidades que se juntam e o ser reflecte ambos durante a sua existência. Apesar de serem dois estados, o mais visível e valorizado será o que é vista por um maior número de sentidos humanos, neste caso o físico. É através dele que podemos
Existindo um plano mental/essência e um plano físico, quando acontece a quebra do 2º estado, nasce a saudade e a incompreensão de conseguirmos dar uma lógica positiva. É um desafio e nele, a revolta será expectável. È certo que é ingrato e inaceitável, mas não implica a anulação do ser. A realidade altera-se e nessa transformação os Pais serão colocados de confirmarem o seu Amor incondicional.
Um dos maiores papeis dos Pais, é o de proteger e acompanhar. Na perca física, existe o afastamento e a dúvida de como conseguiram ligar o passado ao futuro. O relacionamento entre filho e Pais, evolui para um estado impensável. Pai, Mãe e Filho, passam a estar unidos através de uma ligação mágica e inquebrável: através do seu coração.
Fisicamente irá permanecer a saudade de não poderem abraçar, olhar, cheirar, escutar ou falar. Será expectável a ansiedade e a vontade de chorar. A incapacidade de dar e receber um abraço. A raiva de sentir saudade e de nada poder fazer para alterar a situação.
São muitos os papéis desempenhados pelos Pais. Porem, o de protectores será o mais presente. É inata a necessidade de proporcionar a máxima qualidade de vida e o maior bem-estar. Ao acontecer a perca física, tudo será colocado em perspectiva. Todos os planos caem por terra e o que estava previsto, de súbito, desaparece.
Mas o tempo não pára e os segundos continuarão a ser contados. A vida continua para os Pais, existindo escolhas a serem decididas. A maior escolha será aquela que decidirá como se irão propor viver. Celebrar a vida e todos os momentos vivenciados, recordando na saudade, o sorriso de um(a) filho(a), que estará sempre presente. Ou, optarem pela anulação pessoal, focando toda a sua existência no facto de tudo se ter alterado.
O momento do luto e da dor, são fundamentais para se cumprir a reorganização interna. Chorarem abraçados e conscientes de que não existem culpados nem inocentes. Apenas o facto da transformação. Cada um terá o seu ritmo e no luto, isso estará bem presente. Chorem o que sentirem ter que chorar, mas aos poucos fomentem a transição para a celebração da vida. Ao vosso ritmo.
Será o maior desafio das nossas vidas. Incluo-me nesta frase, mesmo sem ser Pai, porque este tema simboliza para mim, é um dos meus maiores receios. Sou humano e ao ter um filho irei propor-me amar e tudo farei para proteger e ensinar. Irei propor-me a fazer tudo para que atinja a felicidade e bem-estar.
Mentalmente, afasto o pensamento, da possibilidade de algo acontecer no entretanto. Mas reconheço a sua existência e por isso, valorizo o segundo e celebro o momento com a maior percentagem de felicidade. È um desafio, sublinho mais uma vez, para todos nós.
Termino esta partilha, enviando um abraço demorado para todos os Pais que vivenciam esta transição. Para mim, são heróis e simbolizam a força e coragem. Uma das maiores provas de Amor incondicional. Choro convosco a saudade, num sorriso que partilho através do brilho do nosso olhar.
Amanhã desconheço onde estarei, mas neste momento abro os braços para todos. È vosso o meu abraço.
Celebremos a vida.
Até breve.
É um privilégio escrever para a nossa leitura.
Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar
htpp://bambu-consultoriadebemestar.webnode.pt
terça-feira, 28 de junho de 2011
O naufrago e a madeira.
Este texto irá estar disponível em http://bambu-consultoriadebemestar.blogspot.com.
O naufrago e a madeira
Por Nuno Esteves
| Na Consultoria de Bem Estar propomos que reencontre o seu equílibrio. |
Escrevo para todos aqueles que sentem estar perdidos e que sentem que nada conseguem fazer para alterar o seu estado interno.
Considera que a madeira que flutua e passa pelo naufrágo, é uma benção ou algo que existe por pena?
É um facto que a resposta existe em ti e que sabes "nadar", mas por vezes o cansaço faz com que se perca a capacidade de flutuar. Nesse momento, a confiança e motivação desaparecem e ficamos com a sensação de que é preferivel ir ao fundo. A dúvida de conseguirmos alcançar terra firme entra em ruptura e nela, somos orientados para a certeza de não ser possível. Tudo começa na sensação que existe e fomentamos no nosso peito, na essência.
A situação de estar no estado de naufrágio e de estar só no meio do mar. Longe de tudo e de todos, com uma única pessoa a apoiar, é um desafio imenso. Habituados a existir alguém (por vezes basta a perspectiva) que possa ajudar ou fazer algo para nos apoiar e proporcionar a saída da situação.
Desde crianças que fomentamos a individualidade. Claro que a sua existência acontece, dentro de um raio de acção concreto e com limites especificos. Esse será o nosso prisma pessoal, “fabricado” pelo exterior, na permissa de ser o melhor para nós. Assim é o crescimento, dentro de limites rigidos e com orientações de aprendizagem focadas no racional.
Voltando ao exemplo do naufrágo, podemos traçar um paralelismo. Sabe nadar, por ter recebido a informação racional e ter treinado a técnica. Sabe movimentar os membros e boiar na tona da água. Reconhece o objectivo principal de quem nada: nadar. Se tem a sabedoria toda, porque razão ao se tornar naufrágo se pode afogar? Cansaço? Concordo, mas se sabe boiar, pode simplesmente descansar e recuperar as forças para continuar a sua procura.
Da mesma forma que o naufrágo aprendeu e treinou as suas capacidades técnicas, todos nós, ao longo do crescimento assimilamos e treinamos as nossas capacidades racionais.
A vida é um somatório de acontecimentos. Umas vezes boa e noutras menos agradável. O tempo dirá o seu veredicto final e nele, iremos ter a certeza qual contexto estará mais correcto. Uma das certezas é que quanto mais preparados, melhor será a nossa capacidade de resposta. Quanto mais nos propusermos ao treino, mais estável e serena será a consequência interna.
Por vezes e por uma razão qualquer, deparamo-nos em situações que nos transformam em naufragos. O que acontece a seguir, reflecte a nossa capacidade de agir em conformidade com a nossa “sobrevivência” e bem-estar interno. O que escolhemos singificará e confirmará se nos preparamos devidamente ou não, para o imprevisto. O inesparado que simboliza a vida, convida á sensatez de treinar o nosso ser e preparar para o expectável: os pontos de transição.
O naufrágo, a flutuar no meio do mar, é confrontado com todos os seus receios, medos e a vida no seu geral. Sente o chamamento da vida e por isso, rapidamente, olha em redor para perceber se existe uma saída rápida. O tempo será essencial e a manutenção da consciência será algo vital para aumentarmos a probabilidade de nos colocarmos a salvo.
Considera que a madeira que flutua e passa pelo naufrágo, é uma benção ou algo que existe por pena?
O naufrago, ao ver a chegada da madeira a flutuar, sorri e como reacção ganha a motivação de a alcançar. O cansaço e o desânimo, perdem a importância e o único foco é a madeira. A necessidade de alcançar uma maior segurança e a perspectiva de ter encontrado um elo, que permitirá alcançar o objectivo principal: sobreviver a mais este desafio.
Convido-vos a colocarem-se no papel do naufrágo. Qual será a vossa resposta e qual a razão que vos leva a escolhe-la?
A alegria de encontrar a madeira a flutuar. O conjunto de “acasos” que proporcionaram o cruzamento de duas existências diferentes. A sensação de não estar sozinho e de ter encontrado um companheiro para esta viagem. Tudo isto fará da madeira, mais que algo a flutuar, passando a significar a possibilidade de manter a sobrevivência e o alcançar do bem-estar.
A nossa vida poderá ser vista como um nadar constante. Vivemos num imenso e imprevisivel mar e nele, crescemos e procuramos alcançar o nosso bem-estar e felicidade interior. A descoberta interior e o aperfeicoamento das nossas capacidades, fará com que sintamos a necessidade de nadar cada vez para mais longe. Ao longo deste trajecto, seremos confrontados com inumeros desafios e acontecimentos, que nos irão “obrigar” a enfrentar medos e receios (sejam eles expectativas ou reflexos de situações passadas).
O desenvolvimento pessoal acontece repleto de variaveis. Internas e externas, crescemos muitas vezes “sem nos apervebermos” e de súbito estamos em “mar alto”. Sem terra á vista e sem ninguém ao nosso lado. Neste momento aceitam ajuda? Procuram ajuda? Ou simplesmente escolhem afundar-se?
Até breve.
É um privilégio escrever para a nossa leitura.
Nuno Esteves
Consultor de Bem Estar
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Etiquetas:
Ser interior
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Função da tristeza.
A tristeza tem uma função especifica, ingrata por natureza, por nos orientar para reflexão forçada. Assuntos que gostariamos que fossem simples e harmoniosos, mas que nos orientam para a tristeza de os sentir de uma maneira diferente. Será cada segundo de tristeza, que nos permitirá viver vidas de alegria. Sem ser fácil e muito menos lógico, seremos nós a vivenciar e dessa forma, a fomentar a transição. Avançar, parar, recuar, três pontos que se unem e criam a noção de que somos rodeados pela dúvida. Mas será ela, o principal fomentador para o próximo passo...
Nuno Esteves
O seu Consultor de Bem Estar
http://bambu-consultoriadebemestar.webnode.pt
Nuno Esteves
O seu Consultor de Bem Estar
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domingo, 26 de junho de 2011
Plano Personalizado de Emagrecimento a Sorrir.
Na nossa sociedade, os hábitos adquiridos, fizeram com que muitos de nós sintam o desequilíbrio e o mal-estar de ser obesos. Palavra simpática, dita por quem nos respeita e tem respeito. A realidade e o que é mais comum são um pouco diferente. Primeiro, quem está assim, sente-se gorda(o) e pela sociedade também são considerados desta forma. Na maior parte das vezes, existe a pergunta “Como é possível alguém deixar-se chegar a este ponto? Inacreditável.”
Estando falando de necessidades físicas e psicológicas, para quem escolhe emagrecer, deverá ter a consciência de que está prestes a começar uma caminhada. Seguramente, não será fácil e irá levar o seu tempo até que se atinja os propósitos iniciais.
Para quem se sente “gorda(o)”, o primeiro passo é criar a auto-estima, confiança e amor-próprio, que serão os motivadores futuros. Somos constituídos por 4 estados: físico, mental, emocional e celular. O poder mental e a compreensão das emoções, irá permitir que o físico e o celular aceitem as transformações que irão sentir.
O estado “gorda(o)” vem de um conjunto de hábitos e rituais. Por vezes, durante anos vivemos sobre determinados parâmetros, enraizados como “normais” e impossíveis de ser alterados. Criado e “acarinhado”, desenvolve o seu raio de acção e forma a imagem que mais que ser gorda(o), são seres incapacitados de alterar a situação. Pessoas com um ponto fraco: comida. Pessoas com uma certeza: fraca(o)s.
Pergunto:
Assumem-se como fracos e incapazes de alterar o que vos rouba o bem-estar?
“A melhor maneira de melhorar o seu padrão de vida está em melhorar o seu padrão de pensamento”
(U.S. Andersen)
“A transformação pessoal requer a substituição de velhos por hábitos novos”
(U.S. Andersen)
Trabalhar a capacidade de manter o foco positivo e a força interna para encarar e confrontar todos os medos e fraquezas, proporcionará a manutenção da vontade interior de alcançar os objectivos propostos.
O que propomos é que recupere a vontade de sorrir e que se sinta feliz com o seu Eu interior.
O modo de como pensamos e nos propomos a realizar esta missão. O que ingerimos diariamente e o modo de como aceitamos o facto de termos que fazer exercício diariamente. São três factores e juntos formam a base do que lhe propomos para Emagrecer.
Corpo físico, mental e emocional, em equilíbrio e conscientes da sua missão.
A atitude pessoal e a motivação interior são fundamentais para que se mantenha a escolha inicial de atingir uma determinada alteração. Os hábitos alimentares e o ritual que assimilamos no acto de alimentarmos o nosso corpo, são parte fundamental do caminho que nos orientará para o sucesso e bem-estar.
O Programa “Emagrecer a sorrir” pretende proporcionar a simplificação de uma decisão pessoal e consciente de que é fundamental para um futuro mais saudável, feliz e equilibrado. Emagrecer, um dos maiores desafios actuais e que cria, de imediato, a sensação de ser impossível. Neste momento convido-vos a obrigarem o vosso racional a bloquear esta informação e proponham-se a ser felizes. Tudo começa por um pequeno passo.
Preencha o questionário no site de Bambu, Consultoria de Bem Estar.
"Uma pedra intransponível para o pessimista, é uma pedra de apoio para o optimista."
Eleanor Roosevelt
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Desenvolvimento e Bem Estar
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